quinta-feira, 9 de junho de 2011

"Da internet para as páginas de um livro". Felipe Branco Cruz - Folha de Londrina.

Felipe Branco Cruz, jornalista da Agência Estado, escreveu um artigo na Folha de Londrina, sobre o impacto que as redes sociais têm causado no cotidiano das pessoas e nas relações sociais.

Ele discorre sobre o livro de Lula Falcão, que segundo Cruz, utilizou de "posts" de diversas redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut, MSN, entre outros) para escrever um livro com o heterônimo de Maria Lúcia. Esta personagem é a personificação criada pelo autor para aglutinar as figuras que encontra na internet e como as relações sociais estão se dando mais dinamicamente neste meio.

Isto posto, pode-se inferir que se a internet está possibilitando novos meios de comunicação, visto que se escreve sobre isso hoje em dia, devemos atentar para a importância desse meio como instrumento de trabalho, incorporando-o.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Relatório da Palestra: SIPIA

No dia 13 de maio de 2011, na aula de Oficina de Serviço Social IV, o professor Márcio realizou uma palestra a respeito do SIPIA – Sistema de Informação para Infância e Adolescência. Segundo Márcio, o SIPIA é um sistema de informação utilizado pelo Conselho Tutelar, com vistas a auxiliar a execução de políticas afetas à criança e ao adolescente.
De acordo com o professor, o Conselho Tutelar é o órgão permanente, responsável pela fiscalização dos direitos das crianças e adolescentes, ou seja, é responsável por restabelecer esses direitos, à medida que são violados ou ameaçados. Os Conselhos Tutelares foram regulamentados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº. 8.069 de 13 de julho de 1990. Além de zelar pelo cumprimento dos direitos fundamentais da criança e do adolescente, como direito à vida; saúde; liberdade; respeito; dignidade; convivência familiar e comunitária; educação; cultura; esporte e lazer; profissionalização e proteção no trabalho; os Conselhos Tutelares também assessoram na elaboração e formulação de políticas públicas voltadas às crianças e adolescentes, sendo esta, uma de suas funções primordiais.
Em consonância com o artigo 136 do Estatuto da Criança e do Adolescente, as competências específicas do Conselho Tutelar são: atender crianças e adolescentes; atender pais ou responsáveis; requisitar serviços públicos; representar junto à autoridade judiciária; encaminhar ao Ministério Público infração administrativa; encaminhar ao judiciário, casos de sua competência; providenciar medida estabelecida pelo judiciário; expedir notificações de nascimento e óbito; assessorar o Executivo na elaboração do orçamento para planos e programas de atendimento dos direitos da criança e do adolescente; representar ao Ministério Público para efeito das ações de perda ou suspensão do poder familiar, após esgotadas as possibilidades de manutenção da criança ou do adolescente junto à família natural.
Em suma o Conselho Tutelar é órgão responsável por zelar pelo cumprimento dos diretos das crianças e adolescentes, pelo restabelecimento dos direitos violados ou ameaçados. Ele não é um órgão repressor e não tem a finalidade de fazer atendimentos que substituam falhas na rede de serviços.
Segundo o professor Márcio, o SIPIA é um sistema utilizado pelo Conselho Tutelar a fim de fazer com que o mesmo atue mediante suas atribuições específicas. As perguntas utilizadas para atuação do Conselho Tutelar para evitar que este substitua as funções da rede e possa atuar em conformidade com suas competências específicas são:
· Qual direito foi violado?
· Quem foi o agente violador?
· Qual medida tomar?
Durante a palestra, o professor Márcio também explicou o que são as medidas sócioeducativas previstas no ECA. Segundo o professor, na área da adolescência, a partir dos 12 anos (pois crianças de 0 a 11 anos são inimputáveis), quando há a ocorrência de um ato infracional, aplicam-se as medidas sócioeducativas, de acordo com a decisão judicial.
Márcio também ressaltou que o ECA é uma legislação muito importante, é um avanço no que tange à proteção, à garantia de direitos às crianças e adolescentes.

Continuação da atividade: dados gerais do DATASUS




´

Demonstrativo da Lei de Responsabilidade Fiscal


 UF: São PauloMUNICÍPIO: Ribeirão Preto  
RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE
ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
Exercício de 2010
Dados transmitidos em 28/01/2011 14:46:53

RREO - ANEXO XVI(ADCT, art 77)
ReceitasPREVISÃO INICIALPREVISÃO ATUALIZADA (a)RECEITAS REALIZADAS
Jan a Dez (b) % (b/a)
RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS LEGAIS (I)718.020.000,00 787.036.785,00 774.670.468,16 98,42
    Impostos263.300.000,00 302.948.075,00 295.379.831,62 97,50
    Multas, Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos720.000,00 720.000,00 1.150.041,57 159,72
    Dívida Ativa dos Impostos0,00 29.400.000,00 25.886.494,16 88,05
    Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos29.400.000,00 0,00 0,00 88,05
    Receitas de Transferências Constitucionais e Legais424.600.000,00 453.968.710,00 452.254.100,81 99,62
    Da União42.200.000,00 42.200.000,00 39.701.772,17 94,08
    Do Estado382.400.000,00 411.768.710,00 412.552.328,64 100,19
TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS (II)86.558.532,00 96.532.113,60 83.948.092,79 86,96
    Da União para o Município84.223.253,00 94.110.446,60 81.325.887,89 86,41
    Do Estado para o Município1.020.000,00 1.106.388,00 1.332.264,70 120,41
    Demais Municípios para o Município0,00 0,00 0,00 0,00
    Outras Receitas do SUS1.315.279,00 1.315.279,00 1.289.940,20 98,07
RECEITA DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III)0,00 0,00 0,00 0,00
OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS708.945.734,00 285.124.268,84 177.157.389,30 62,13
(-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEB84.920.000,00 84.920.000,00 90.143.011,50 106,15
TOTAL973.884.266,00 1.083.773.167,44 945.632.938,75 87,25
DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza de Despesa)DOTAÇÃO INICIALDOTAÇÃO ATUALIZADA (c)DESPESAS EXECUTADAS (7)
LIQUIDADAS Jan a Dez (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % ((d+e)/c)
DESPESAS CORRENTES295.319.516,00 317.253.592,55 301.669.359,45 6.427.816,45 97,11
    Pessoal e Encargos Sociais173.473.780,00 183.049.512,97 182.563.519,23 1.765,53 99,73
    Juros e Encargos da Dívida0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
    Outras Despesas Correntes121.845.736,00 134.204.079,58 119.105.840,22 6.426.050,92 93,53
DESPESAS DE CAPITAL16.359.016,00 15.125.281,05 4.261.422,62 2.738.050,84 46,27
    Investimentos16.359.016,00 15.125.281,05 4.261.422,62 2.738.050,84 46,27
    Inversões Financeiras 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
    Amortização da Dívida0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
TOTAL (IV)311.678.532,00 332.378.873,60 305.930.782,07 9.165.867,29 94,80
DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDEDOTAÇÃO INICIALDOTAÇÃO ATUALIZADA (c)DESPESAS EXECUTADAS (7)
LIQUIDADAS Jan a Dez (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % ((d+e)/c)
DESPESAS COM SAÚDEN/A N/A 305.930.782,07 9.165.867,29 100,00
    (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (5)N/A N/A      
    (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDEN/A N/A 80.687.214,94 3.795.040,81 26,81
    Recursos de Transferências do Sistema Único de Saúde - SUSN/A N/A 80.687.214,94 3.795.040,81 26,81
    Recursos de Operações de CréditoN/A N/A 0,00 0,00 0,00
    Outros RecursosN/A N/A 0,00 0,00 0,00
(-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹N/A N/A 18.384.848,30    
TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (V)N/A N/A   212.229.545,31 67,35
CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS À SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORESRESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS
Inscritos em Exercícios Anteriores(3) Cancelados em 2010 (4)
RP DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE0,00 0,00
PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL <15%>²[(V - VI)/I][(V-VI)/I]
27,41
DESPESAS COM SAÚDE (por subfunção)DOTAÇÃO INICIALDOTAÇÃO ATUALIZADADESPESAS EXECUTADAS (7)
LIQUIDADAS Jan a Dez (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % ((d+e)/c)
    Atenção Básica227.243.966,00 236.945.996,16 224.763.942,34 6.527.122,73 71,55
    Assistência Hospitalar e Ambulatorial71.885.000,00 76.477.500,54 67.775.321,56 6.600.612,09 23,01
    Suporte Profilático e Terapêutico9.324.566,00 12.390.889,30 10.427.264,15 1.122.729,92 3,57
    Vigilância Sanitária350.000,00 1.016.942,00 463.563,49 496.409,62 0,29
    Vigilância Epidemiológica2.235.000,00 3.188.418,60 1.766.986,64 971.286,77 0,84
    Alimentação e Nutrição640.000,00 2.359.127,00 733.703,89 1.564.063,11 0,71
    Outras Subfunções0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
TOTAL311.678.532,00 332.378.873,60 305.930.782,07 17.282.224,24 100,00
1 - Limite anual mínimo a ser cumprido no encerramento do exercício.

2- Esta linha apresentará valor somente no Relatório Resumido de Execução Orçamentária no encerramento do exercício.

3 - De acordo com o Manual Técnico do periodo, deverão ser registradas nesta coluna os valores de restos a pagar inscritos em 31 de dezembro, que foram considerados como aplicados na saúde.

4- Neste campo, deverão ser registrados os valores dos restos a pagar cancelados que tinham disponibilidade financeira no periodo anterior. Esse valor deverá ser compensado no exercício de referência, aplicando-o em despesas com ações e serviços públicos de saúde, além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência.

5-6 - Os dados informados ao SIOPS não contemplaram a despesa por fonte; assim, estes valores correspondem aos valores de receitas transferidas, não cabendo a informação por liquidação e/ou restos a pagar não processados.

7- Durante o exercício, somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. No encerramento do exercício, as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Dessa forma, para maior transparência, as despesas executadas estão segregadas em:
. a) Despesas liquidadas, consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei 4.320/64;
. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64.


Por problemas técnicos no site do Ministério da Saúde, não foi possível publicar os dados de mortalidade do município de Ribeirão Preto.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Dados Epidemiológicos em AIDS

Casos de aids identificados em São Paulo

Freqüência segundo Ano Diagnóstico
Município(Res): 354340 Ribeirão Preto
Período: 2010
Ano Diagnóstico Freqüência
TOTAL 72
2010 72

Resenha do artigo: "Pensando Tecnologia e Sociedade"

No artigo “Pensando Tecnologia e Sociedade”, a autora Luziele Tapajós, atualmente secretária de Avaliação e Gestão da Informação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, faz uma análise a respeito da tecnologia, suas implicações na vida social e sua relação com as ciências sociais. Segundo a autora, tal análise é de suma importância para se compreender a atual conjuntura da sociedade, balizada por um intenso processo de globalização, por acelerados avanços tecnológicos e, paradoxalmente pelo adensamento da barbárie. Nesse artigo, Tapajós objetiva apresentar alguns apontamentos sobre algumas vertentes da sociologia no que tange à discussão sobre tecnologia e suas reverberações na organização da sociedade, contudo, a autora não visa realizar um ensaio sociológico, um estudo muito aprofundado, seu intuito é realizar algumas discussões sobre tecnologia, suas implicações, para subsidiar futuras observações e análises no tocante à essa temática. O artigo referido foi escrito por Tapajós no final dos anos 90.
Conforme Tapajós, geralmente, os estudos realizados sobre tecnologia do final da década de 1990, comumente enfatizavam os resultados de sua utilização, as consequências na vida das pessoas que utilizam os bens e serviços tecnológicos, as mudanças na vida cotidiana a partir dos avanços da tecnologia, porém, a discussão sobre a tecnologia como um fator social determinado por fatores políticos e econômicos ainda era muito ínfima. Segundo a autora, a tecnologia geralmente era compreendida em direta relação com a inerente necessidade de máquinas, aparelhos tecnológicos, que são extremamente funcionais para a vida cotidiana, pois facilitam a vida prática, auxiliam as pessoas a pouparem tempo e são indispensáveis para o curso da sociedade atual. Nesta concepção, os aparelhos tecnológicos não são analisados a partir de um significado social, são considerados, de acordo com Tapajós, uma mera questão estética, ou seja, para esta concepção, mais tradicional e aleatória, a tecnologia é um fim em si mesmo, existe independentemente de nossos desejos, interesses, conhecimento, análise, em outras palavras, um objeto tecnológico não se vincula à representação que dele se faz.
Tapajós explica, que além dessa concepção tradicional e linear a respeito da tecnologia, também existem muitos estudos sociológicos que a analisam de forma diferente, interpondo-se a esta compreensão mais tradicional. Tais estudos sociológicos entendem a tecnologia como uma produção cultural, percebendo uma rede de significação em que as finalidades estão vinculadas à utilização dos artefatos tecnológicos, o que da razão e valor à tecnologia, ao sentido da ação de seus inventores e dos técnicos que trabalham no artefato tecnológico.
A autora explicita que esta nova organização da sociedade que vem sendo construída no decorrer das últimas décadas, a dinâmica desta sociedade, seu desenvolvimento acelerado, são fenômenos, que deixam o homem e a própria sociedade um pouco confusos. Segundo Tapajós, existem algumas previsões a respeito desta nova era, muitos a chamam de “mundo da informática”, “era da informática”, “civilização da imagem”, “era cibernética”. Não obstante, esta nova organização da sociedade, no bojo do desenvolvimento tecnológico, estabelece um novo cenário onde o surgimento de novos saberes e poderes possibilitam o espraiamento da dominação de sempre.
Conforme Tapajós, à medida que o acelerado desenvolvimento da tecnologia vai modificando a sociedade, muitas ideias vão surgindo com o intuito de explicar, justificar ou contradizer as mudanças percebidas na vida social, econômica e política, porém, geralmente, essas ideias articulam-se à uma visão particular de mundo e de sociedade, realizando análises que são desiguais e oscilantes. Alguns autores afirmam que o mundo e as pessoas tendem a se virtualizar cada vez mais a cada década, segundo esses autores, a virtualização é um movimento geral e irreversível que além de afetar a comunicação e informação, afeta também os “corpos físicos” das pessoas. Tais autores consideram que o mundo real é virtual, e este virtual é naturalmente potencial, eles explicam que a virtualização é matéria da contemporaneidade, e que nada possuindo de imaginário ou falso, já pode ser percebida no cotidiano da vida social.
Outros autores afirmam que para além da sociedade da informação, vivenciamos o aparecimento de uma sociedade denominada de pós-informacional, onde os átomos são substituídos por bits, onde o conhecimento está relacionado com máquinas que interagem com os homens e os fatos, onde a vida digital exigirá cada vez menos a presença material e cada vez mais a transmissão digital de lugares e onde a noção de público se restringe a uma só pessoa. Esses autores apontam as vantagens reais e virtuais do avanço tecnológico, as quais precisam ser reconhecidas para que não corramos o risco de vivermos no passado. Na compreensão de tais autores, não existem dúvidas de que o futuro da vida digital acontece e acontecerá cada vez mais sendo concebido como irrevogável.
Para Tapajós, os conceitos de ciberespaço e cibercultura, traduzidos por esses autores, são d fundamental importância ora compreendermos as novas relações sociais, cada vez mais influenciadas pelo mundo virtual. O ciberespaço, segundo os autores, á definido como um “universo sem totalidade”, a condição essencial para esse espaço é o abandono do aqui e agora, ou seja, não se tem a obrigatoriedade da relação com a realidade concreta, tornando-se necessária o surgimento de novos códigos e estruturas. Desta forma, a cibercultura precisa modificar o conceito de cultura, inventando formas de se compreender o sentido de sua formulação virtual, alterando o imaginário das pessoas e proporcionando novas bases pra a relação entre os homens e a tecnologia.
De acordo com a autora, o ciberespaço é caracterizado como um novo espaço de sociabilidade, onde se erigem novas relações sociais, as quais possuem códigos e estruturas próprias, chegando a significar a passagem do mundo real para o virtual, permitindo, conforme alguns autores, a reconstrução de identidades dos indivíduos a partir de sua relação com o computador. Segundo Tapajós, no bojo do avanço tecnológico e suas implicações na vida social, surge a ideia da desterritorialização o homem, ou seja, a sua “migração” do mundo real para seu relacionamento com o mundo virtual. Esta desterritorialização é considerada uma das formas mais garantidas de alcançar a virtualização almejada, já que se relaciona com esferas e modelos diferenciados de temporalidade e espaço.
Tapajós explicita que além da compreensão desses autores, existem outros estudiosos que analisam a tecnologia e suas reverberações na sociedade sob uma ótica totalmente diferenciada. Tais autores defendem que os avanços tecnológicos são o fator mais calamitoso da civilização, pois trazem perversos efeitos morais, políticos e culturais a ela. Segundo esses autores, as técnicas e seus resultados alteram para pior os referenciais atuais. Para eles, o tempo virtual nunca se identificará com o tempo real, existindo sempre um grande abismo entre eles. Tapajós explica que para esses estudiosos, nós vivemos uma época de rendição da cultura à tecnologia, sendo que esta vem sendo “deificada” pela sociedade, o que acarreta um novo tipo de ordem social, a qual tem um poder desintegrador, já que cria um mundo que funciona não apenas sem narrativa transcendente para possibilitar o esteio moral, mas também com a inexistência de instituições sociais para controlar o fluxo de informações produzidas pela tecnologia.
Segundo autora, é incontestável o fato de que a tecnologia está cada vez mais iminente no que tange à explicação, conhecimento ou análise da sociedade contemporânea, isto é comprovado pelo aparecimento de novas formas de se interpretar e compreender os artefatos tecnológicos, as novas tecnologias que possibilitam novas formas de organização e vida social. Estas explicações argumentam que as mudanças ocorridas na organização societária a partir do avanço tecnológico, não podem ser analisadas somente com base nos paradigmas clássicos do pensamento social, pois para esses autores, os paradigmas clássicos não são suficientes por si só para explicar profundamente os novos elementos que surgem com a chamada “revolução informacional”. Apesar das diversas explicações existentes a respeito do rápido desenvolvimento da tecnologia e suas reverberações na sociedade, Tapajós aponta para o fato de que tais explicações são a-histórica, a-política, a-econômica, a-social, o que representa, inicialmente, uma aposta positiva ou negativa através da qual o conhecimento, a cultura e todas as formas de vida serão substituídos, vinculados invariavelmente à eletrônica, sobrando para os sinais da história e da cultura acumulados serem rejeitados nesse novo âmbito do conhecimento.
Vale ressaltar, conforme Luziele Tapajós, que as novas explicações acerca da tecnologia e seus desdobramentos, são carentes da noção de processo social, muitos autores consideram a tecnologia como um sistema, como construção e como rede, analisam a tecnologia como uma produção estanque de indivíduos ou de grupos específicos que não reconhecem pertencimento a qualquer coletivo ou classe, a não ser quando são consumidores de aparatos tecnológicos.  Neste sentido, Marx é o primeiro autor a defender que toda e qualquer inovação e invenção tecnológica, tanto quanto qualquer atividade econômica, são resultado de um processo social e não da criatividade isolada de uma pessoa. Tapajós explica que segundo Marx, o homem, ao agir neste mundo material se ocupa concomitantemente de um ato de autotransformação e autorealização, por isso, se pensar tecnologia está no centro dessas atividades que são essencialmente humanas, e, portanto, cheio de pistas das quais podem ser deduzidas a natureza das sociedades. Marx explica que a tecnologia, ou os instrumentos de trabalho de cada sociedade demonstram, a partir da análise da forma como foram produzidos, os componentes fundamentais para se compreender a sociedade. 
De acordo com a autora, partindo-se do método materialista-histórico dialético, pode-se concluir que pensar a tecnologia atualmente, implica percebê-la como componente de uma realidade complexa, intricada, que apresenta múltiplas facetas, por isso, não é possível conhecer essa realidade em um primeiro contato, pois ela está impregnada de interpretações que precisam ser estudadas com demora, minuciosamente.
Para Tapajós, é de extrema urgência aproximar-se e demorar-se na análise da técnica, da tecnologia e suas implicações à realidade do mundo atual, balizado pela globalização, redimensionado em uma nova fase de expansão do capitalismo, marcada pelo neoliberalismo e, por conseguinte pela flexibilização e desregulamentação dos direitos conquistados, pelo desemprego, pelo acirramento das desigualdades sociais. A autora explica que para se realizar um estudo relevante, crítico e rigoroso sobre os impactos da tecnologia na vida social, é preciso ter como aporte teórico-filosófico, a teoria social de Marx, e as obras de outros estudiosos hauridos desta mesma concepção teórico-metodológica, pois somente com base nessas análises críticas que será possível compreender as novas configurações da organização produtiva mundial balizada pelos avanços tecnológicos e suas reverberações nas relações sociais.
Através do artigo “Pensando Tecnologia e Sociedade”, é possível compreender que existem várias explicações a respeito da tecnologia e sua influência na sociedade, no entanto, a maioria dessas explicações é a-política, a-histórica, pois não dão conta de analisar o significado social do avanço tecnológico. Para realizar um estudo aprofundado sobre os avanços tecnológicos e suas implicações na vida social, é necessário ter como aporte teórico-filosófico a teoria social de Marx, a qual argumenta que toda e qualquer inovação tecnológica, como qualquer atividade econômica, são fruto de um processo social e não da genialidade isolada de um indivíduo.

Fonte: TAPAJÓS, Luziele Maria. Pensando Tecnologia e Sociedade. 2003.

Gráficos atividade anterior

20.3.Gráficos do Bolsa Família

20.6. Gráficos de Evolução do BPC

Continuação atividade anterior

17. Tabelas Sociais
17.1. Estimativas de família pobres
Perfil Bolsa Família: 11.961 famílias
Perfil Cadastro Único: 28.793 famílias
17.2. Índice de Desenvolvimento Humano - IDH: 0,855
17.3. Média de pessoas por domicílio: informação não disponível.
17.4. Percentual de pobreza: informação não disponível.
17.5. Percentual população urbana e rural:
Urbana: 99,6%
Rural: 0,4%
17.6. Bolsa Família
Famílias: 12.763
Valor Total: 1.340.226,00
17.7. Cadastro Único: 23.141 famílias*
20.355 famílias cadastradas com renda per capita mensal de até ½ salário mínimo*.
17.454 famílias cadastradas com renda per capita mensal de até R$140,00*.
17.8. Índice de Gestão Descentralizada - IGD: informação não disponível
17.9. Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI
Crianças/Adolescentes: 404*
Valor: R$10.000,00*
17.10. Benefício de Prestação Continuada - BPC
Pessoas com deficiência: 4.167
Idosos: 5.064
Total: 9.231
Valor Repassado à pessoa com deficiência: R$2.265.526,92
Valor Repassado aos idosos: R$2.758.321,97
Valor Total Repassado: R$5.023.848,89
17.11. Nível de Gestão Municipal: pleno*
17.12. Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF
Capacidade de atendimento das famílias: 5.000*
Valor: R$45.000,00*
17.13 Pró-Jovem
Coletivo de Jovens: 11*
Valor: R$15.075,00*

18. MI Vetor
18.1. Transferência do Tesouro Nacional para o Município
FPM: R$ 4.795.779,27*
ITR: R$ 44.645,49*
LC 87/96: R$ 137.637,48*
FEX: R$ 109.515,57*
FUNDEB: R$7.989.393,90*
Total: R$ 13.076.971,71*
18.2. Serviços de Proteção Social Básica
Crianças/Família/Idosos: 8.438*
18.3. Serviços de Proteção Social Especial
Crianças/Adolescente/Idosos/Pessoas com Deficiência/Mulheres/Família/Pessoas em Situação de Rua: 424*
Valor: R$ 27.192,30*
*Dados de dezembro de 2010

19. RI Munic:
19.1. Dados Gerais
População (Censo 2010): 605.114
IDHM (PNUD 200): 0,86
Porte do Município: grande
Transferência Constitucional para o munípio: R$13.076.971,71 (dez/2010)
R$ 122.887.688,58 (Repasse até dez/2010)
19.2. IGD
Órgão Gestor da Assistência Social: Há uma secretaria municipal exclusiva, com mais de 10 computadores em funcionamento. Não há cadastramento no Cadastro Único.
Recursos Humanos: 423 funcionários estatutários na assistência social, sendo 138 com ensino fundamental, 156 com ensino médio, 123 com ensino superior e 6 com pós-graduação.
29 funcionários somente comissionados ocupados na assistência social, sendo 5 com ensino médio e 24 com ensino superior.
140 estagiários, todos com ensino médio.
49 funcionários sem vínculo permanente na assistência social, sendo 17 com ensino médio e 32 com ensino superior.
Total de funcionários ocupados na assistência social: 641
Assistente social: 85
Terapeuta ocupacional: 2
Psicólogo: 15
Enfermeiro: 1
Pedagogo: 19
Advogado: 9
Jornalista: 1
Nutricionista: 3
Administrador: 7
Economista: 1
Contabilista: 2
Outros: 40
Conselho Municipal de Segurança Alimentar: Há um comitê gestor do bolsa família.
Conselho Municipal de Assistência Social: 1994 (ano de criação).
Recursos Financeiros: Há a existência de um Fundo Municipal com valor orçado para assistência social em 2009 de R$ 8.132.242,00. A Lei Orgânica trata da assistência social. Há um plano municipal de assistência social.
CRAS: 5 unidades
CREAS: 1 unidade
Casa de acolhida para pessoa em situação de rua: 2, sendo 1 pública e 1 conveniada.
Casa de passagem: 1 pública.
Abrigo: 13 unidades (6 para idosos e 7 para crianças e adolescentes), sendo 2 públicas (para crianças e adolescentes) e 11 conveniadas (6 para idosos e 5 para crianças e adolescentes).
Atividades realizadas para a gestão do Sistema Único de Assitência Social:
Revisão do BPC;
Trabalho interdisciplinar;
Articulação da rede socioassistencial;
Articulação com os serviços de políticas públicos;
Articulação interinstitucionais com o sistema de garantia de direitos;
Cadastramento das organizações e dos serviços socioassistenciais;
Produção de orientações técnicas e materiais informativos;
Utilização de sistema informatizado para gestão, monitoramento e avaliação;
Supervisão de serviços socioassistenciais mantidos em convênio com organizações/entidades de assistência social;
Monitoramento de serviços socioassistênciais mantidos em convênio com organizações/entidades de assistência social;
Produção de material soicoeducativo;
Participação na Comissão Intergestores Bipartite e/ou Tripartite;
Participação nas instâncias de controle social;
Celebração de pactos ou compromissos voltados para aprimoramento da gestão do Sistema Único de Assistência Social;
Protocolos;
Planejamento;
Capacitação de técnicos;
Grupo de estudos;
Pesquisas, estudos e diagnósticos;
20. RI Perfil:
20.1. Dados Gerais
Repasse em março/2011: R$ 12.795.663,22
Repasse até março/2011: R$ 41.638.499,40
20.2. Transferência de Renda
Programa Famílias Repasse do mês abr/11 Repasse acum. até abr/11
Bolsa Família 12.763 1.340.226,00 4.549.654,00
Total 12.763 1.340.226,00 4.549.654,00
Estimativa de Famílias Pobres - Perfil Bolsa Família. (Pnad 2006): 11.961 / Cobertura: 106,71%
Estimativa de Famílias Pobres - Perfil CadUnico (Pnad 2006): 28.793 / Cobertura: 44,33%

Cadastro Único Total de Famílias Cadastradas 23.357


Total de Famílias Cadastradas com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo 20.974


Total de Famílias Cadastradas com renda per capita mensal de até R$ 140,00 17.490

IDF Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF) 0.61
Vulnerabilidade 0.62
Acesso ao conhecimento 0.47
Acesso ao trabalho 0.29
Disponibilidade de recursos 0.52
Desenvolvimento infantil 0.94
Condição Habitacional 0.81

IGDM Índice de Gestão Descentralizada (IGD) 0.71
Recursos Transferidos para Apoio à Gestão 23.880,99 208.615,79
Taxa de Crianças com Informações de Frequência Escolar 0.92
Taxa de Famílias com Acompanhamento de Agenda de Saúde 0.62
Taxa de Cobertura Qualificada de Cadastro 0.66
Taxa de Atualização de Cadastro 0.65
20.4. Mapa Comparativo BF
20.5. Assistência Social

Benefícios Beneficiários Repasse do mês abr/11 Repasse acum. até abr/11
BPC (incluindo RMV) 5.173 Idosos 2.817.719,52 11.169.423,58
4.983 PCD 2.709.415,98 10.774.271,44
Total BPC/RMV 10.156 Idosos/PCD 5.527.135,50 21.943.695,02
Ações Beneficiários/Metas Repasse do mês mar/11 Repasse acum. até mar/11
CRAS PAIF - Serviços de Proteção Social Básica à Família 5.000 Capacidade de Atendimento das Famílias 45.000,00 135.000,00
Número de CRAS: 5 Cofinanciados: 5
Serviço de Convivência do Idoso e/ou Criança até 6 anos 8.438 Crianças e/ou Idosos e Suas Famílias 15.188,40 60.753,60
ProJovem Adolescente 11 Coletivos 11.306,25 22.612,50
275 Vagas
140 Jovens (Sisjovem)
Total Proteção Social Básica 71.494,65 218.366,10
Serviço de PSE para Pessoas com Deficiência, Idosas e Suas Famílias 174 Pessoas com Deficiência/Idosos com Dependência 7.830,00 23.490,00
Serviços de Acolhimento 250 Famílias e Indivíduos 19.362,30 58.086,90
Ações Socioeducativas e de Convivência - PETI 258 Crianças e Adolescentes 6.500,00 26.500,00
CREAS PAEFI Serviço de Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos - PAEFI e Serviço de Abordagem Social 160 Famílias/Indivíduos Atendidos 26.000,00 117.000,00
Serviço de Proteção ao Adolescente em Cumprimento de Medida Socioeducativa em Meio Aberto - MSE 280 Adolescentes 15.400,00 46.200,00
Número de CREAS: 2 Cofinanciados: 2
CREAS POP Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua 80 Famílias e Indivíduos 13.000,00 26.000,00
Total Proteção Social Especial 80.262,30 273.786,90
Total 5.678.892,45 22.435.848,02

Os dados 20.4. Mapa comparativo do Bolsa Família e 20.7. Mapa comparativo do BPC não estão disponíveis para o presente município.
20.7. Mapa Comparativo do BPC
20.8. Segurança Alimentar
Equipamentos acumulados de 2004 à 2011
Equipamentos Unidades Conveniadas Unid. em func. Valor Conveniado
Banco de Alimentos 1 1 185.444,00

Total 1 1 185.444,00



20.9. Convênios Vigentes

Convênios com MDS Vigentes

Concedente: FUNDO NACIONAL DE ASSISTENCIA SOCIAL

Convenente Objeto Início Final Valor Convênio Valor Liberado Valor Contrapartida Situação
RIBEIRAO PRETO PREFEITURA MUNICIPAL AQUISICAO DE EQUIPAMENTOS DE NATUREZA PERMANENTE PARA APOIO A FORMACAOE CAPACITACAO 28/12/2007 25/12/2011 50.000,00 0,00 10.000,00 Adimplente

Total Geral 1 convênio 50.000,00 0,00 10.000,00


21. RI Bolsa Família/ CADÚNICO
21.1. Secretaria Nacional de Renda e Cidadania - SENARC

SECRETARIA NACIONAL DE RENDA E CIDADANIA

Informações do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família

RIBEIRÃO PRETO (SP)
Data de Referência
INFORMAÇÕES GERAIS População Total (CENSO 2010) 605.114 2010
Estimativa de famílias pobres - Perfil Bolsa Família (PNAD 2006) 1 11.961 2006
Estimativa de famílias de baixa renda - Perfil Cadastro Único (Pnad 2006) 2 28.793 2006


CADASTRO ÚNICO Total de famílias cadastradas 23.357 01/2011
Total de cadastros válidos - 01/2011
Total de cadastros atualizados - 01/2011
Total de famílias cadastradas com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo 20.974 01/2011
Total de cadastros válidos com renda per capita mensal de até 1/2 salário mínimo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

DIAGNÓSTICO MUNICIPAL - RIBEIRÃO PRETO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA
CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS
DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL

Docente: Márcio
Discentes: Amanda Aparecida Azevedo Rodrigues, Ana Cecília Silveira Rossato e Emelin Cremasco.
Município: Ribeirão Preto – SP

A presente atividade tem finalidade exclusiva acadêmica de simulação de um diagnóstico municipal para atuação no campo das políticas públicas, utilizando-se de ferramentas informacionais disponíveis nos endereços eletrônicos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os dados aqui publicados, portanto são públicos e refletem a realidade dos municípios escolhidos aleatoriamente pelas acadêmicas do curso de Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina.

Perfil do município:
1.     Informações sobre o atual prefeito(a):
Dárcy Vera; idade: 41 anos; escolaridade: ensino superior completo; eleita em 2008 pelo DEM, partido pelo qual é filiada;

2.     Recursos Humanos:
2.1.          Composição do quadro de pessoal da administração direta
Total de funcionários ativos da administração direta (1): 8802
Estatutários: 6603
Celetistas (CLT): 08
Somente comissionados: 233
Estagiários: 813
Sem vínculo permanente: 1145
(1)    Inclusive os sem declaração de vínculo empregatício.      

2.2.          Composição do quadro de pessoal da administração indireta:
Total de funcionários ativos da administração indireta (1): 1382
Estatutários: 1082
Celetistas (CLT): 28
Somente comissionados: 58
Estagiários: 209
Sem vínculo permanente: 05
 (1) Inclusive os sem declaração de vínculo empregatício.      

2.3.          Informações registros administrativos:
Nos últimos 24 meses houve a realização de concurso para contratação de pessoal, com vagas reservadas para pessoas com deficiência. Neste período contratou-se pessoal aprovados em concursos ou processos seletivos. Não foi possível identificar o registro no quadro de pessoal da administração direta que informe a quantidade de pessoas com deficiência. Nos órgãos da administração pública municipal existem unidades chefiadas por mulheres.

3.      Legislação e Instrumentos de Planejamento do Município
3.1.          Conselho Municipal de Política Urbana, Desenvolvimento Urbano, da cidade ou similar.
Criado em 1997, este Conselho não é paritário e possui caráter consultivo. O Conselho vem realizando reuniões nos últimos 12 meses.

3.2.          Instrumentos de Planejamento Municipal
O município integra área de interesse turístico, possui legislação específica para á área de interesse social, sendo ás áreas de interesse: Ambiental, paisagístico, arquitetônico. Lei de parcelamento do solo, lei de zoneamento, código de obras, orienta- se pelas normas técnicas estabelecidas sobre acessibilidade.




3.3.          Instrumentos de Política urbana

Há no município a existência de leis específicas de solo criado, Contribuição de melhoria, Operação urbana consorciada, Estudo de vizinhança, Código de Posturas. Podemos identificar de acordo com os dados que o município contempla os instrumentos de planejamento municipal e urbano sendo eles: parcelamento do solo, zoneamento ou equivalente, código de obras, contribuição de melhoria, o município tem Plano Diretor, mas está revendo.


4.      Recursos para a Gestão
4.1.          Cadastro do IPTU
Verificamos que no múnicipio a cadastro imobiliário informatizado, cobrança de IPTU, cadastro de ISS informatizado, Planta Genérica de Valores informatizada correspondente a lei 1947.

4.2.          Taxas Instituídas
As taxas instituídas no município são: iluminação pública, coleta de lixo, limpeza urbana, poder de polícia.


4.3.          Implantação de Empreendimentos

Conforme os dados mecanismos de incentivo á implantação de empreendimento para o município, isenção de ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza), cessão de terrenos, doações de terrenos.
Nós últimos 24 meses o empreendimento industrial foi beneficiado no município.  Foram aplicados no mesmo período como empreendimentos de comercial e serviço e outros. Regulamentado por lei específica estadual ou municipal.


4.4.          Programas ou ações de geração de trabalho e renda
Há no município programas voltados a geração de trabalho e renda para a população de: adolescentes, jovens, pessoa com deficiência, idosos, baixa renda. Identificamos política de apoio ao primeiro emprego de jovens e adolescentes do município.

4.5.          Articulação Interinstitucional

 Na política de desenvolvimento urbano o município participa de:
     Consórcio público intermunicipal
Não
     Consórcio público com o Estado
Sim
     Consórcio público com o Governo Federal
Sim
     Convênio de parceria com o setor privado
Sim
     Apoio do setor privado ou de comunidades
Sim

 Na política de emprego e/ou trabalho o município participa de:
     Consórcio público intermunicipal
Não
     Consórcio público com o Estado
Sim
     Consórcio público com o Governo Federal
Não
     Convênio de parceria com o setor privado
Não
     Apoio do setor privado ou de comunidades
Não


5.      Comunicação e Informática
5.1.          Serviços de atendimento ao público
São utilizados pelo município como meio de comunicação: correio, jornais, internet, telefone para atendimento exclusivo ao público, entre outros serviços disponíveis.
5.2.          Informática

O município possui acesso direto a internet, os computadores tão conectados em rede, o endereço da página na internet da prefeitura: www.ribeirãopreto.sp.gov.br. Estão disponibilizados na página da prefeitura, serviços informativos do município, acesso a documentos e formulários, licitações, ouvidoria, serviço de atendimento ao cidadão, pregão eletrônico, consulta prévia, diário oficial, legislação municipal e finanças públicas, concursos públicos, matricula escola na rede pública, emissão de certidão negativa de débito e alvará, agendamento de consulta na rede de saúde pública e entre outros serviços.
Para o acesso da população a esses serviços, são disponibilizadas pela prefeitura quiosque ou balcão informatizado em locais de grande circulação, instalações públicas para o acesso da população.




5.3.          Inclusão digital

Há o desenvolvimento de políticas para a inclusão digital através de: criação de Telecentros com iniciativa da prefeitura, computadores com acesso a internet disponibilizados a toda população, computadores na rede pública de ensino com acesso a internet e entre outros.

6.      Educação
6.1.          Órgão gestor e instrumentos de planejamento da educação

A no município uma secretaria exclusivo sendo o órgão gestor da educação. São instrumentos que contemplam a política municipal de ensino: lei orgânica municipal, lei do orçamento anual (LOA), lei de diretrizes orçamentárias (LDO), plano plurianual de investimentos (PPA), portaria do órgão gestor da educação.
Identificamos no município como instrumento legal : projetos, programas e ações da educação municipal, Conselho de Controle e Acompanhamento Social FUNDEF, Conselhos escolares, Conselhos de Alimentação Escolar, Sistema Municipal de Ensino . Ao pensarmos na capacitação dos professores da rede pública são realizadas: na temática de gênero, ração/etnia, escolas aptas a receber pessoas com deficiência .




6.2.          Ações
As cincos principais medidas ou ações adotadas pelo órgão gestor são: autonomia financeira, capacitação de professores, melhorias ou implementação de programas de assistência escolar, ampliação do atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais.
6.3.          Conselho e Fundo Municipal de Educação

O Conselho municipal de educação foi criado em 1993, sendo paritário de caráter deliberativo, o conselho realizou reunião nos últimos 12 meses.

6.4.          Articulação Interinstitucional

Relacionado à política da educação o município não tem participação em consorcio público intermunicipal, consorcio público com o Estado, com o Governo Federal, convenio de parceria com o setor privado, apoio do setor privado ou de comunidades.


7.      Cultura
7.1.          Órgão gestor e legislação da cultura
O órgão gestor da cultura possui uma secretaria exclusiva , possuindo legislação municipal de proteção ao patrimônio cultural, relacionado a natureza do bem tombado de caráter material e imaterial.

7.2.          Conselho Municipal de Cultura
O Conselho Municipal de cultura foi criado em 1993, sendo paritário de caráter consultivo, fiscalizados, no qual ocorreu reunião nos últimos 12 meses.

7.3.          Articulação Interinstitucional
O município na política de cultura tem a participação em : Consorcio público com o Estado, Convenio de parceria com o setor privado, apoio do setor privado ou de comunidades. Na política de turismo o município a participação em: Consorcio público com o Estado e Governo Federal.


7.4.          Equipamentos culturais e meios de comunicação

Existe no município como meios de comunicação e equipamentos de cultura : bibliotecas públicas, museus, teatros ou salas de espetáculos, centro cultural(3), cinemas (4), videolocadoras, estádios ou ginásios poliesportivos, provedor de internet, unidades de ensino superior, shoppincenters, lojas de discos,CDs, fitas e DVDs, livrarias, radio AM e FM, radio comunitaria, geradora de TV, clubes e associações recreativas.

7.5.          Atividades artesanais

As principais atividades realizadas no município são: bordado, fios e fibras, madeira.

7.6.          Grupos Artísticos
Os principais grupos artísticos no município são : teatro, manifestação popular, cineclube, dança, musical, orquestra, banda, coral, associação literária, capoeira, circo, escola de samba, bloco carnavalesco, desenho e pintura , artes plásticas e visuais, artesanato.

8.      Esporte
8.1.          Órgão gestor e legislação do esporte

O órgão gestor do esporte possui uma Secretaria exclusiva, a lei orgânica do município aborda a questão do esporte, juntamente com outros instrumentos legais que regulamentam a temática. São objetos regulamentados por tais instrumentos legais: Sistema municipal de esporte, Conselho municipal de esporte, subvenções concedidas para o esporte, projetos na área e entre outros.


8.2.          Conselho Municipal de esporte

O Conselho municipal de esporte foi criado no ano de 1994, sendo paritário, o conselho fez reunião nos últimos 12 meses.

8.3.          Ações e programas

A prefeitura realiza ações, projetos e programas isoladamente ou em convenio com entidades em: esporte educacional, rendimento, esporte e lazer, para pessoa com deficiência. No município a existência de ligas esportivas regularmente constituídas, possuindo calendário esportivo.

9.      Habitação
9.1.  Órgão gestor e plano municipal de habitação

 Caracterização do órgão gestor da habitação no município
Órgão da administração indireta
 O município possui plano municipal de habitação
Não
     Está elaborando
Sim



9.2. Conselho e fundo municipal de habitação

Conselho municipal de habitação - existência
Sim
 Ano de criação
2009
 O conselho é paritário
Sim
 Caráter do conselho:
     Consultivo
Não
     Deliberativo
Sim
     Normativo
Não
     Fiscalizador
Não
 O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses
Sim

 Fundo municipal de habitação - existência
Sim
     O fundo municipal de habitação reúne todos os recursos orçamentários e de outras fontes destinados aos programas habitacionais
Não



A prefeitura possui cadastro ou levantamento de famílias interessadas em programas habitacionais
Sim
     O cadastro é informatizado
Sim
     Inclui a natureza do benefício pretendido pelas famílias
Sim
     Existe a identificação de:
          Idosos
Sim
          Mulheres chefes de família
Sim
          Renda per capita da família
Sim
          Pessoas de raça/etnia negra ou indígena
Não
          Pessoas com deficiência
Sim
          Número de dependentes por família
Sim
          Nenhuma identificação
Não
     Existe critério de preferência e/ou prioridade para o atendimento das pessoas identificadas
Sim




O município possui legislação específica que dispõe sobre regularização fundiária Sim
 O município possui plano e/ou programa específico de regularização fundiária Não


9.5. Articulação interinstitucional

Na política de habitação o município participa de:     
Consórcio público intermunicipal Não
Consórcio público com o Estado Não  
Consórcio público com o Governo Federal Não
 Convênio de parceria com o setor privado Sim   
Apoio do setor privado ou de comunidades Sim

10. Transporte


Caracterização do órgão gestor do transporte no município Órgão da administração indireta
Conselho municipal de transporte existência Sim  
Ano de criação 1990
O conselho é paritário Não
Caráter do conselho: Consultivo Sim Deliberativo Não
Normativo Não     
Fiscalizador Não
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses Sim


Serviços de transporte existentes no município  
 Barco Não  
 Metrô Não   
Mototáxi Sim  
Táxi Sim  
Trem Não  
 Van Sim    
Transporte coletivo por ônibus intramunicipal existência Sim      
 A concessão, permissão ou autorização leva em consideração os critérios e as normas de acessibilidade Sim
 Passageiros com isenção na tarifa
 Idosos Total   
 Estudantes da rede pública Parcial
 Estudantes da rede privada Parcial
 Carteiros Total          
 Pessoas com deficiência Total      
Policiais Total        
Professores Não           
Crianças menores de 7 anos Não      
Outros Total  
 Transporte coletivo por ônibus intermunicipal Sim
Atende ao deslocamento entre bairros, distritos, localidades dentro do município Não


Na política de habitação o município participa de:
Consórcio público intermunicipal Não
Consórcio público com o Estado Não
Consórcio público com o Governo Federal Não
Convênio de parceria com o setor privado Sim
Apoio do setor privado ou de comunidades Sim

11. Saúde


Caracterização do órgão gestor da saúde no município Secretaria exclusiva
Escolaridade do titular do órgão gestor Ensino superior completo
Formação de nível superior do gestor Médico



Conselho municipal de saúde - existência
Sim
Ano de criação
1991
O conselho é paritário
Sim
Caráter do conselho:
Consultivo
Não
Deliberativo
Sim
Normativo
Não
Fiscalizador
Sim
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses
Sim
Fundo municipal de saúde - existência
Sim
Responsável pela gestão do fundo:
Não
Plano municipal de saúde - existência
Sim
Ano de criação do plano
2009

Fonte: IBGE, Perfil dos Municípios Brasileiros - Gestão Pública 2009


Existe no município:
Maternidade Sim   
Maternidade com posto de registro civil de nascimento Não
Unidade de emergência Sim
 Laboratório de análises clínicas Sim  
Farmácia popular Sim     
Programa agente comunitário de saúde Sim





 Programa de saúde da família existência Sim          
Total de equipes 21    
Total de médicos nas equipes 21  
Total de odontólogos nas equipes 6
 Total de enfermeiros nas equipes 21



Na política de saúde o município participa de:
Consórcio público intermunicipal Não
Consórcio público com o Estado Não
Consórcio público com o Governo Federal Não
Convênio de parceria com o setor privado Sim
Apoio do setor privado ou de comunidades Não


12. Segurança Pública e Acesso à Justiça


Caracterização do órgão gestor responsável pela segurança pública no município
Setor subordinado diretamente à chefia do executivo
Conselho municipal de segurança pública - existência
Sim
Ano de criação
2001
O conselho é paritário
Sim
Caráter do conselho:
Consultivo
Não
Deliberativo
Sim
Normativo
Não
Fiscalizador
Não
O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses
Sim
Fundo municipal de segurança pública - existência
Sim
Plano municipal de segurança pública - existência
Sim
Existe no município:
Delegacia de polícia civil
Sim
Delegacia de polícia especializada no atendimento à mulher
Sim
Delegacia de proteção ao idoso
Não
Delegacia de proteção à criança e ao adolescente (DPCA)*
Sim
Delegacia da criança e do adolescente (DCA)**
Sim
Delegacia da criança e do adolescente (especialidades não separadas)
Não
Instituição especializada no atendimento ao idoso vítima de violência
Não
Centros integrados de atenção e prevenção à violência contra o idoso
Não
Presídio exclusivamente feminino
Sim
Presídio com carceragem exclusivamente feminina
Sim
Instituto médico legal
Sim
Centro de integração social da associação e proteção e assistência ao condenado
Sim
Delegacia de proteção ao meio ambiente
Não
Centro de atendimento especializado para a população lésbica, gay, bissexual, travestis e transexuais
Não
Conselho comunitário de segurança
Sim
* Especializada em apurar crimes praticados contra crianças e adolescentes
**Especializada em apurar atos infracionais praticados por adolescentes
Acesso oficial a registro de criminalidade violenta produzidos pelo estado
Sim
Unidade do Corpo de Bombeiros
Sim
O município dispõe com relação a Defesa civil de:
Coordenadoria municipal

Fonte: IBGE, Perfil dos Municípios Brasileiros - Gestão Pública 2009

 Guarda municipal - existência
Sim
     Ano de criação
2001
     Efetivo Total
193
          Homens
135
          Mulheres
58
     Teinada e/ou capacitada
          Na ocasião do ingresso
Sim
          Periódicamente
Sim
          Ocasionalmente
Não
          Não é treinada e/ou capacitada
Não
          Existência de disciplina e/ou matéria de direitos humanos
Sim
     Formação profissional do comandante
Guarda municipal
     A guarda utiliza
Apenas arma de fogo
     Faixa do salário inicial
Mais de 1 a 3 salários mínimos
     Órgão de controle
          Interno (corregedoria)
Sim
          Externo (ouvidoria)
Não
          Outro tipo de controle
Sim
          Não possui
Não
     Registro de ocorrências
Registro manual
     Principais atividades:
          Segurança e/ou proteção do prefeito e/ou outras autoridades
Sim
          Ronda escolar
Sim
          Proteção de bens, serviços e instalações do município
Sim
          Posto de guarda (bairros, entrada da cidade, etc.)
Não
          Patrulhamento ostensivo a pé, motorizado ou montado
Sim
          Atividades da defesa civil
Sim
          Atendimento de ocorrências policiais
Sim
          Proteção ambiental
Sim
          Auxílio no ordenamento do trânsito
Sim
          Controle e fiscalização de comércio de ambulantes
Não
          Auxílio à Polícia Militar
Sim
          Ações educativas junto à população
Sim
          Auxílio à Polícia Civil
Sim
          Patrulhamento de vias públicas
Sim
          Auxílio ao público
Sim
          Auxílio no atendimento do Conselho Tutelar
Sim
          Segurança em eventos/comemorações
Sim
          Atendimento sociais (partos, assistência social, dentre outros)
Sim
          Serviços administrativos (serviço burocrático, secretariar autoridades)
Sim
          Assistência ao judiciário
Não
          Programas sociais de prevenção ao crime e violência
Sim
          Outras
Não



Município é sede de comarca
Sim
 Núcleo de defensoria pública na comarca
Sim
     Núcleo especializado para criança e adolescente
Sim
     Núcleo especializado para idoso
Sim
     Núcleo especializado para conflito agrário
Sim
     Núcleo especializado para mulher
Sim
     Núcleo especializado para conflito indígena
Não sabe informar
     Núcleo especializado para meio ambiente
Sim
 Inexistindo na comarca defensoria pública, o município presta este serviço
Existe defensoria
 Juizado especializado no atendimento à criança e ao adolescente - existência
Sim
 Juizado especializado no atendimento ao idoso - existência
Sim
 Juizado especial de violência contra a mulher - existência
Sim
 Município mantém serviço de assistência jurídica
Sim


13. Direitos Humanos


Caracterização do órgão gestor responsável pela política de direitos humanos no município
Setor subordinado a outra secretaria
 O órgão gestor responsável pela política de direitos humanos no município possui orçamento próprio
Sim
 O órgão gestor responsável pela política de direitos humanos no município é responsável por executar programas e ações para:
     Ciganos
Não
     Crianças e adolescentes
Sim
     Educação em direitos humanos
Não
     Mulheres
Sim
     Idosos
Sim
     Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais
Não
     Pessoa com deficiência
Sim
     Promoção e igualdade racial
Sim
     Outros
Não



 Itens de acessibilidade existentes no prédio sede da prefeitura municipal:
     Espaços e instalações internas com rampa
Não
     Equipamento eletromecânico de deslocamento vertical
Não
     Sanitário acessível
Não
     Piso tátil direcional e de alerta
Não
     Elevadores com botoneiras internas e externas em braile e sonorizado
Não
     Telefone público adaptado para pessoas surdas ou com deficiência auditiva
Não
     Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e condição física de pessoas em cadeiras de roda
Não
     Serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, surdas e cegas, prestados por intérpretes, pessoas capacitadas em LIBRAS ou guias-intérpretes
Não
     Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficência visual, cegos, dificiência intelectual e múltipla
Não
     Disponibilidade de área especial para embarque e desembargue de pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida
Sim
     Reserva de no mínimo 2% do total de vagas para veículos que transporte pessoas com deficiência
Não
     Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário (sinalização)
Não
     Admissão da entrada e permanência de cão-guia
Sim
     Rebaixamento de calçadas com rampa ou elevação da via para a atravessia de pedestre em nível
Não
     Cabines telefônicas acessíveis
Não



O tema direitos humanos é tratado:
     Lei orgânica do município
Não
     Plano plurianual
Sim
     Lei de diretrizes orçamentárias
Sim

 Estrutura organizacional da prefeitura com instrumento para recebimento de denúncias de violação de direitos humanos
Sim
 Instrumento:
     Telefone
Sim
     Telefone gratuito
Sim
     Balcão de atendimento
Não
     Página na internet
Não
     Correio
Não
     E-mail
Não
     Outros
Não

 Serviço de registro e acompanhamento das denúncias - existência
Sim
 Órgão responsável por receber e fazer o registro e acompanhamento das denúncias:
Serviço de assistência social

 Acampamento cigano - existência
Não

 Legislação municipal que dispõe sobre:
     Adaptação de espaços culturais, artísticos e desportivos para facilitar o ingresso, locomoção e acomodação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida
Não
     Concessão de meia-entrada para maiores de 65 anos nos espetáculos culturais, artísticos e eventos desportivos promovidos ou subsidiados pela administração direta e/ou indireta
Sim
     Criação de locais específicos para pessoas com deficiência que necessitem de cadeiras de rodas para sua locomoção, nos locais de espetáculos culturais, artísticos e desportivos no município
Sim
     Assegura o ingresso de cães-guia para pessoas com deficiência visual em espaços culturais, artísticos e desportivos
Sim
     Concessão de meia-entrada para pessoas com deficiência nos espetáculos culturais, artísticos e eventos desportivos promovidos ou subsidiados pela administração direta e/ou indireta
Não
     Reconheça direitos a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais
Não
     Outras legislações relacionadas à direitos humanos
Não



Política, plano ou programa de direitos humanos
Não
 Política ou ações de combate ao uso de trabalho forçado
Não
 Política, programa ou ações para o combate ao subregistro civil de nascimento
Não
 Política, programa ou ações para a população em situação de rua
Não
 Política, programa ou ações para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais
Não
 Política, programa ou ações de reinserção de egressos do sistema prisional
Não
 Política, programa para o idoso
Não
 Plano municipal de atendimento socioeducativo
Sim
 Outras políticas, programas, plano ou ações relacionados a direitos humanos
Sim

 Política para crianças e adolescentes - existência
Sim
     Retirada de crianças e adolescentes em situação de rua
Sim
     Lazer para crianças e adolescentes
Sim
     Desabrigamento
Sim
     Combate ao trabalho infantil
Sim
     Combate à exploração sexual de crianças e adolescentes
Sim
     Combate ao turismo sexual com exploração de crianças e adolescentes
Sim
     Atendimento à criança e adolescente com deficiência
Sim
     Atendimento ao adolescente em conflito com a lei
Sim
     Outros
Não

 Local para acautelamento de adolescente em conflito com a lei - existência
Sim
     Celas especiais
Não
     Unidades especiais
Não
     Outros
Não

 As medidas socioeducativas em meio aberto são executadas pela:
Prefeitura



Caracterização do órgão gestor responsável pela formulação, coordenação e implementação de políticas para mulheres no município
Setor subordinado a outra secretaria
 O órgão gestor responsável pela política para mulheres no município possui orçamento próprio
Não

 O órgão gestor responsável pela política para mulheres no município é responsável por executar programas e ações para outros grupos específicos
Sim
 Grupos de:
     Idosos
Sim
     Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais
Não
     Crianças e adolescentes
Sim
     Negros
Não
     Pessoa com deficiência
Sim
     Indígenas
Não
     Outros
Sim

 Principais áreas de atuação do órgão gestor:
     Promover capacitação em gênero para outras áreas do governo municipal
Não
     Articular com outros órgãos municipais a incorporação da questão de gênero na formulação e/ou implementação de políticas
Sim
          Na área da educação
Sim
          Na área do trabalho
Não
          Na área da violência
Sim
          Na área da saúde
Sim
          Na área da cultura
Sim
          Na área da política
Não
          Em outras áreas
Não
     Executar diretamente políticas para a promoção da igualdade de gênero ou autonomia das mulheres
Não
          Na área da educação
Não aplicável
          Na área do trabalho
Não aplicável
          Na área da violência
Não aplicável
          Na área da saúde
Não aplicável
          Na área da cultura
Não aplicável
          Na área da política
Não aplicável
          Em outras áreas
Não aplicável


14. Política de Gênero


Caracterização do órgão gestor responsável pela formulação, coordenação e implementação de políticas para mulheres no município
Setor subordinado a outra secretaria
 O órgão gestor responsável pela política para mulheres no município possui orçamento próprio
Não

 O órgão gestor responsável pela política para mulheres no município é responsável por executar programas e ações para outros grupos específicos
Sim
 Grupos de:
     Idosos
Sim
     Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais
Não
     Crianças e adolescentes
Sim
     Negros
Não
     Pessoa com deficiência
Sim
     Indígenas
Não
     Outros
Sim

 Principais áreas de atuação do órgão gestor:
     Promover capacitação em gênero para outras áreas do governo municipal
Não
     Articular com outros órgãos municipais a incorporação da questão de gênero na formulação e/ou implementação de políticas
Sim
          Na área da educação
Sim
          Na área do trabalho
Não
          Na área da violência
Sim
          Na área da saúde
Sim
          Na área da cultura
Sim
          Na área da política
Não
          Em outras áreas
Não
     Executar diretamente políticas para a promoção da igualdade de gênero ou autonomia das mulheres
Não
          Na área da educação
Não aplicável
          Na área do trabalho
Não aplicável
          Na área da violência
Não aplicável
          Na área da saúde
Não aplicável
          Na área da cultura
Não aplicável
          Na área da política
Não aplicável
          Em outras áreas
Não aplicável



 Plano municipal de política para as mulheres - existência
Sim, por previsão legal
     Ano do lançamento do Plano municipal de política para as mulheres
2009

 Município desenvolve na área de políticas para mulheres, programa, projeto ou ação em cooperação, convênio e/ou articulação com:
     Administração pública federal
Sim
     Administração pública estadual
Sim
     Administração pública municipal
Sim
     Organizações não-governamentais
Sim
     Outras instituições privadas
Não
     Organismos internacionais (exceto ONG)
Não
     Entidades religiosas
Sim
     Entidade de trabalhadores
Sim
     Outras
Não



Conselho municipal dos direitos da mulher - existência
Sim
 Ano de criação
1994
 O conselho é paritário
Sim
 Caráter do conselho:
     Consultivo
Não
     Deliberativo
Sim
     Normativo
Não
     Fiscalizador
Não
 O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses
Sim
 Vinculado administrativamente:
Órgão gestor da assistência social



Existe Casa(s) - Abrigo para atendimento a mulheres em situação de violência no município com endereço sigiloso
Não
     Principais atividades realizadas pela Casa(s)-abrigo:
          Atendimento psicológico individual
Não
          Atendimento psicológico em grupo
Sim
          Atividades culturais e educativas
Sim
          Atividades profissionalizantes
Não
          Atendimento social por assistente social
Sim
          Atendimento jurídico
Sim
          Atendimento médico
Não
          Acompanhamento pedagógico das crianças
Não
          Encaminhamento para programas de emprego e geração de renda
Sim
          Garantia de isenção/permanência das crianças na escola
Não
          Outras atividades
Não
     Equipes que atuam na Casa(s)-abrigo são capacitadas
Ocasionalmente

 Centro(s) de referência para mulheres em situação de violência no município - existência
Não
     Principais atividades do Centro(s) de referência
          Atendimento psicológico individual
Não aplicável
          Atendimento psicológico em grupo
Não aplicável
          Atividades culturais, educativas profissionalizantes
Não aplicável
          Atendimento social acompanhado por assistente social que insira a mulher em programas sociais do governo, como Bolsa-Família e/ou Benefício de prestação continuada
Não aplicável
          Atendimento jurídico
Não aplicável
          Encaminhamento para programas de emprego e geração de renda
Não aplicável
          Atividades de conscientização sobre os direitos da mulher junto à comunidade
Não aplicável
          Outras atividades
Não aplicável
     Equipes que atuam no Centro(s) de referência são capacitadas
Não aplicável


15. Meio Ambiente


Caracterização do órgão gestor do meio ambiente no município
Secretaria exclusiva
 Escolaridade do gestor
Pós-graduação
 Sexo
Masculino
 Idade
67

 Em 2008 a Prefeitura teve contrato de prestação de serviços (terceirização) com empresas, na área de meio ambiente
Sim



Conselho municipal de meio ambiente - existência
Sim
 Ano de criação do conselho
1993
 O conselho é paritário
Sim
 Caráter do conselho:
     Consultivo
Não
     Deliberativo
Sim
     Normativo
Não
     Fiscalizador
Não
 O conselho realizou reunião nos últimos 12 meses
Sim

 Fundo municipal de meio ambiente - existência
Sim
 O fundo municipal de meio ambiente tem financiado ações e projetos para questões ambientais nos últimos 12 meses
Não



O município realiza licenciamento ambiental de impacto local
Sim
 O município tem algum instrumento de cooperação com órgão estadual de meio ambiente para delegação de competência de licenciamento ambiental relacionado a atividades que vão além do impacto local
Sim

 Processo de elaboração da Agenda 21 local
Sim
     Estágio atual da agenda local
Não
 Fórum da Agenda 21 local se reuniu com que frequência nos últimos 12 meses
Irregular

 Legislação específica para tratar de questão ambiental
Sim
     A legislação está organizada sob forma de:
Código ambiental

 Faz parte de comitê de bacia hidrográfica
Sim



Na política de meio ambiente o município participa de:
     Consórcio público intermunicipal
Não
     Consórcio público com o Estado
Sim
     Consórcio público com o Governo Federal
Não
     Convênio de parceria com o setor privado
Não
     Apoio do setor privado ou de comunidades
Sim


16. Variáveis Externas


 Região
3 - Sudeste
 Código da Unidade da Federação
35
 Sigla da Unidade da Federação
SP
 Classe de tamanho da população estimada de 2009
7 - Maior que 500000
 Nome do município
Ribeirão Preto