quinta-feira, 9 de junho de 2011

"Da internet para as páginas de um livro". Felipe Branco Cruz - Folha de Londrina.

Felipe Branco Cruz, jornalista da Agência Estado, escreveu um artigo na Folha de Londrina, sobre o impacto que as redes sociais têm causado no cotidiano das pessoas e nas relações sociais.

Ele discorre sobre o livro de Lula Falcão, que segundo Cruz, utilizou de "posts" de diversas redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut, MSN, entre outros) para escrever um livro com o heterônimo de Maria Lúcia. Esta personagem é a personificação criada pelo autor para aglutinar as figuras que encontra na internet e como as relações sociais estão se dando mais dinamicamente neste meio.

Isto posto, pode-se inferir que se a internet está possibilitando novos meios de comunicação, visto que se escreve sobre isso hoje em dia, devemos atentar para a importância desse meio como instrumento de trabalho, incorporando-o.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Relatório da Palestra: SIPIA

No dia 13 de maio de 2011, na aula de Oficina de Serviço Social IV, o professor Márcio realizou uma palestra a respeito do SIPIA – Sistema de Informação para Infância e Adolescência. Segundo Márcio, o SIPIA é um sistema de informação utilizado pelo Conselho Tutelar, com vistas a auxiliar a execução de políticas afetas à criança e ao adolescente.
De acordo com o professor, o Conselho Tutelar é o órgão permanente, responsável pela fiscalização dos direitos das crianças e adolescentes, ou seja, é responsável por restabelecer esses direitos, à medida que são violados ou ameaçados. Os Conselhos Tutelares foram regulamentados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº. 8.069 de 13 de julho de 1990. Além de zelar pelo cumprimento dos direitos fundamentais da criança e do adolescente, como direito à vida; saúde; liberdade; respeito; dignidade; convivência familiar e comunitária; educação; cultura; esporte e lazer; profissionalização e proteção no trabalho; os Conselhos Tutelares também assessoram na elaboração e formulação de políticas públicas voltadas às crianças e adolescentes, sendo esta, uma de suas funções primordiais.
Em consonância com o artigo 136 do Estatuto da Criança e do Adolescente, as competências específicas do Conselho Tutelar são: atender crianças e adolescentes; atender pais ou responsáveis; requisitar serviços públicos; representar junto à autoridade judiciária; encaminhar ao Ministério Público infração administrativa; encaminhar ao judiciário, casos de sua competência; providenciar medida estabelecida pelo judiciário; expedir notificações de nascimento e óbito; assessorar o Executivo na elaboração do orçamento para planos e programas de atendimento dos direitos da criança e do adolescente; representar ao Ministério Público para efeito das ações de perda ou suspensão do poder familiar, após esgotadas as possibilidades de manutenção da criança ou do adolescente junto à família natural.
Em suma o Conselho Tutelar é órgão responsável por zelar pelo cumprimento dos diretos das crianças e adolescentes, pelo restabelecimento dos direitos violados ou ameaçados. Ele não é um órgão repressor e não tem a finalidade de fazer atendimentos que substituam falhas na rede de serviços.
Segundo o professor Márcio, o SIPIA é um sistema utilizado pelo Conselho Tutelar a fim de fazer com que o mesmo atue mediante suas atribuições específicas. As perguntas utilizadas para atuação do Conselho Tutelar para evitar que este substitua as funções da rede e possa atuar em conformidade com suas competências específicas são:
· Qual direito foi violado?
· Quem foi o agente violador?
· Qual medida tomar?
Durante a palestra, o professor Márcio também explicou o que são as medidas sócioeducativas previstas no ECA. Segundo o professor, na área da adolescência, a partir dos 12 anos (pois crianças de 0 a 11 anos são inimputáveis), quando há a ocorrência de um ato infracional, aplicam-se as medidas sócioeducativas, de acordo com a decisão judicial.
Márcio também ressaltou que o ECA é uma legislação muito importante, é um avanço no que tange à proteção, à garantia de direitos às crianças e adolescentes.

Continuação da atividade: dados gerais do DATASUS




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Demonstrativo da Lei de Responsabilidade Fiscal


 UF: São PauloMUNICÍPIO: Ribeirão Preto  
RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE
ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
Exercício de 2010
Dados transmitidos em 28/01/2011 14:46:53

RREO - ANEXO XVI(ADCT, art 77)
ReceitasPREVISÃO INICIALPREVISÃO ATUALIZADA (a)RECEITAS REALIZADAS
Jan a Dez (b) % (b/a)
RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS LEGAIS (I)718.020.000,00 787.036.785,00 774.670.468,16 98,42
    Impostos263.300.000,00 302.948.075,00 295.379.831,62 97,50
    Multas, Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos720.000,00 720.000,00 1.150.041,57 159,72
    Dívida Ativa dos Impostos0,00 29.400.000,00 25.886.494,16 88,05
    Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos29.400.000,00 0,00 0,00 88,05
    Receitas de Transferências Constitucionais e Legais424.600.000,00 453.968.710,00 452.254.100,81 99,62
    Da União42.200.000,00 42.200.000,00 39.701.772,17 94,08
    Do Estado382.400.000,00 411.768.710,00 412.552.328,64 100,19
TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS (II)86.558.532,00 96.532.113,60 83.948.092,79 86,96
    Da União para o Município84.223.253,00 94.110.446,60 81.325.887,89 86,41
    Do Estado para o Município1.020.000,00 1.106.388,00 1.332.264,70 120,41
    Demais Municípios para o Município0,00 0,00 0,00 0,00
    Outras Receitas do SUS1.315.279,00 1.315.279,00 1.289.940,20 98,07
RECEITA DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III)0,00 0,00 0,00 0,00
OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS708.945.734,00 285.124.268,84 177.157.389,30 62,13
(-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEB84.920.000,00 84.920.000,00 90.143.011,50 106,15
TOTAL973.884.266,00 1.083.773.167,44 945.632.938,75 87,25
DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza de Despesa)DOTAÇÃO INICIALDOTAÇÃO ATUALIZADA (c)DESPESAS EXECUTADAS (7)
LIQUIDADAS Jan a Dez (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % ((d+e)/c)
DESPESAS CORRENTES295.319.516,00 317.253.592,55 301.669.359,45 6.427.816,45 97,11
    Pessoal e Encargos Sociais173.473.780,00 183.049.512,97 182.563.519,23 1.765,53 99,73
    Juros e Encargos da Dívida0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
    Outras Despesas Correntes121.845.736,00 134.204.079,58 119.105.840,22 6.426.050,92 93,53
DESPESAS DE CAPITAL16.359.016,00 15.125.281,05 4.261.422,62 2.738.050,84 46,27
    Investimentos16.359.016,00 15.125.281,05 4.261.422,62 2.738.050,84 46,27
    Inversões Financeiras 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
    Amortização da Dívida0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
TOTAL (IV)311.678.532,00 332.378.873,60 305.930.782,07 9.165.867,29 94,80
DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDEDOTAÇÃO INICIALDOTAÇÃO ATUALIZADA (c)DESPESAS EXECUTADAS (7)
LIQUIDADAS Jan a Dez (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % ((d+e)/c)
DESPESAS COM SAÚDEN/A N/A 305.930.782,07 9.165.867,29 100,00
    (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (5)N/A N/A      
    (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDEN/A N/A 80.687.214,94 3.795.040,81 26,81
    Recursos de Transferências do Sistema Único de Saúde - SUSN/A N/A 80.687.214,94 3.795.040,81 26,81
    Recursos de Operações de CréditoN/A N/A 0,00 0,00 0,00
    Outros RecursosN/A N/A 0,00 0,00 0,00
(-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹N/A N/A 18.384.848,30    
TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (V)N/A N/A   212.229.545,31 67,35
CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS À SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORESRESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS
Inscritos em Exercícios Anteriores(3) Cancelados em 2010 (4)
RP DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE0,00 0,00
PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL <15%>²[(V - VI)/I][(V-VI)/I]
27,41
DESPESAS COM SAÚDE (por subfunção)DOTAÇÃO INICIALDOTAÇÃO ATUALIZADADESPESAS EXECUTADAS (7)
LIQUIDADAS Jan a Dez (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % ((d+e)/c)
    Atenção Básica227.243.966,00 236.945.996,16 224.763.942,34 6.527.122,73 71,55
    Assistência Hospitalar e Ambulatorial71.885.000,00 76.477.500,54 67.775.321,56 6.600.612,09 23,01
    Suporte Profilático e Terapêutico9.324.566,00 12.390.889,30 10.427.264,15 1.122.729,92 3,57
    Vigilância Sanitária350.000,00 1.016.942,00 463.563,49 496.409,62 0,29
    Vigilância Epidemiológica2.235.000,00 3.188.418,60 1.766.986,64 971.286,77 0,84
    Alimentação e Nutrição640.000,00 2.359.127,00 733.703,89 1.564.063,11 0,71
    Outras Subfunções0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
TOTAL311.678.532,00 332.378.873,60 305.930.782,07 17.282.224,24 100,00
1 - Limite anual mínimo a ser cumprido no encerramento do exercício.

2- Esta linha apresentará valor somente no Relatório Resumido de Execução Orçamentária no encerramento do exercício.

3 - De acordo com o Manual Técnico do periodo, deverão ser registradas nesta coluna os valores de restos a pagar inscritos em 31 de dezembro, que foram considerados como aplicados na saúde.

4- Neste campo, deverão ser registrados os valores dos restos a pagar cancelados que tinham disponibilidade financeira no periodo anterior. Esse valor deverá ser compensado no exercício de referência, aplicando-o em despesas com ações e serviços públicos de saúde, além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência.

5-6 - Os dados informados ao SIOPS não contemplaram a despesa por fonte; assim, estes valores correspondem aos valores de receitas transferidas, não cabendo a informação por liquidação e/ou restos a pagar não processados.

7- Durante o exercício, somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. No encerramento do exercício, as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Dessa forma, para maior transparência, as despesas executadas estão segregadas em:
. a) Despesas liquidadas, consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei 4.320/64;
. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64.


Por problemas técnicos no site do Ministério da Saúde, não foi possível publicar os dados de mortalidade do município de Ribeirão Preto.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Dados Epidemiológicos em AIDS

Casos de aids identificados em São Paulo

Freqüência segundo Ano Diagnóstico
Município(Res): 354340 Ribeirão Preto
Período: 2010
Ano Diagnóstico Freqüência
TOTAL 72
2010 72